Elas merecem comemoração.

Elas merecem comemoração.
coração As 42 idosas do Lar Ilce da Cunha Henry em Campinas tiveram uma tarde diferente no ultimo dia 15. Uma festa em comemoração ao Dia das Mães.

Um grupo de amigas liderado pela querida Rosana Leh Dias proporcionou o que elas merecem : festa, música, dança, salgadinhos , docinhos, presentinhos e muito, muito afeto e carinho.

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Cada uma doou parte do seu tempo e fez companhia para o grupo.Uma palavra amiga, uma conversa gostosa e despretensiosa, risadas , maquiagem,e animação.

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Rosana Leh Dias disse que " a ação foi para estas divas divinas de verdade. Muitas já cuidaram da família. Muitas já trabalharam. Toda uma vida de histórias.
Por algumas horas fomos filhas. Uma família de afeto. Apenas uma porção do nosso tempo dedicada àquelas que nos proporcionam oportunidade de fazer o bem ao próximo. Apesar do dia ser delas, o presente foi nosso."

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Eu fiquei alguns minutos no Lar mas foi o suficiente para sentir toda a alegria e vitalidade que elas tem. Parabéns pela iniciativa, Rosana.

 

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O amor faz a gente correr.

O amor faz a gente correr.
O amor faz a gente correr
por Mariana Marangoni

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" Domingo tive o privilégio de ser instrumento em um gesto de amor. Me explico. Fernanda Terribile além de exemplo de mãe e mulher, é um ser humano - com H maiúsculo - que há um ano proporciona ao filho cadeirante uma experiência única e impensável: correr. Através dos braços e pernas da mãe, Danilo, vivencia o êxtase, que tantos corredores almejam, de cruzar a linha de chegada. Mas presente maior é dado pelo próprio Danilo, ao permitir que sua mãe viva a entrega, superação e amor incondicional de ser responsável por um anjo emprestado de Deus. Toda essa emoção resultou em um projeto incrível - o Correndo com Amor - em que pessoas especiais (no sentido mais divino da palavra) saboreiam intensamente a sensação de conquista que tantas vezes não valorizamos.

Domingo tive o privilégio de correr meus primeiros 6km ao lado dessa mãe, do seu anjo, e de seu braço direito ( Drica Siqueira ). Tive o privilégio de ser acompanhada por duas amigas e parceiras de asfalto (Alessandra Resch e Julia Cioffi) que, como eu, se permitiram viver uma experiência arrebatadora de amor. Tive o privilégio de abrir passagem para o Dan pelas ruas pouco convidativas de Campinas aos que portam algum tipo de restrição física/locomotora. E tive a honra de ser seus passos ao cruzarmos a linha de chegada. Serei eternamente grata pela oportunidade de dividir amor, kms e lágrimas com vocês.

O Correndo com Amor é mais que um projeto social de inclusão extremamente simpático e receptivo. Ele é uma família com um sonho: o de sermos todos especiais."

O depoimento da Mariana é especial para mim. Somos vizinhas. Moramos no mesmo Condomínio. Conheço seus pais, tios e sua querida avó. Mas só viémos a descobrir esta feliz coincidência ao final da corrida. Sensações que o esporte proporciona. A corrida nos aproximou. Não foi por acaso. Tenho certeza, Mari, que esta foi a primeira de muitas emocões que vivenciaremos.

Você foi e continuará sendo instrumento para que o Correndo com Amor cresça , sensibilize pessoas e as ajude a descobrir o prazer das coisas simples e marcantes.

 Que essa sementinha que estamos plantando espalhe abundantemente

Foto: Rogério Capella

Sigam o Correndo com amor no Facebook e no Instagram
@correndocomamor

A corrida é da inclusão.

A corrida é da inclusão.
Corrida da inclusão
por Júlia Cioffi.

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Comecei a correr há 13 anos, quando fui fazer intercâmbio para os Estados Unidos.

Na época eu nadava e como nos EUA os esportes não são treinados durante todo o ano (como acontece no Brasil) e sim apenas em determinadas épocas, as chamadas "seasons", após a temporada de natação decidi experimentar um tal de "Cross Country" e logo me apaixonei pela corrida.

Em 2001 eram poucas as pessoas que praticavam corrida aqui no Brasil e quando eu ia pra Lagoa as pessoas me olhavam com uma cara de "o que essa menina está fazendo?", ou, na academia, as pessoas vinham me perguntar "por que você fica correndo tanto tempo na esteira?". De lá pra cá muita coisa mudou... O esporte ganhou muitos adeptos e está, cada vez mais, conquistando a galera que curte esporte.

Nestes 13 anos eu também mudei muito e passei pelo que chamo de "fases da corrida". Nos primeiros anos eu corria horrores, praticamente todos os dias e longas distâncias e os calos e bolhas que então se formaram me acompanham até hoje. Chamo esta fase de "insana".

Depois, conforme foram surgindo corridas de rua, organizadas por Empresas Esportivas, entrei na época do "sem final de semana". Nesta fase eu participava de corridas todos os finais de semana... Gastava uma média mensal de R$400,00 com inscrições e acumulei blusinhas dryfit até dizer chega (isso sem mencionar as medalhas, que ainda estão penduradas no meu guarda roupa). Tudo o que eu fazia no final de semana era: CORRER.

Na sequência conheci uma galera muito bacana no clube que era associada, loucos como eu que também não mediam esforços para correr. Esta foi a fase mais gostosa e a única da qual verdadeiramente sinto falta, a fase dos "amigos da corrida".

Corríamos pelas ruas de Campinas em uma galera de até 12 pessoas pelo menos 3 vezes por semana... Fazíamos diversos percursos... Corríamos em vários horários... Viajámos muito para participar de provas em grupo... Maresias... Ilha Bela... Os amigos que fiz nesta época estão guardados no meu coração até hoje e sinto diariamente a falta de cada um deles. Os treinos não tinham um objetivo específico, a ideia era que cada vez mais pessoas corressem e sim, corríamos todos juntos - corríamos no ritmo do mais lento até que este melhorasse e pudéssemos aumentar o ritmo.

Mas, a vida seguiu para cada um de nós e, aos poucos, talvez até sem que percebêssemos, fomos diminuindo a frequência dos treinos... Indo cada vez menos às corridas fora da cidade...

Desde então tenho corrido sozinha, ora na esteira, ora na Lagoa... Correndo conforme minha disposição (ou a ausência dela), sem planilhas, sem grandes objetivos... Correndo simplesmente pela sensação de bem estar que a prática me proporciona.

Mas ontem, dia 17 de maio, tive a oportunidade de experimentar uma sensação que, até então, nunca havia sentido. Tive a oportunidade de correr ajudando uma mãe( Fernanda Terribile Tezin Ferreira ) que, há um ano, tem participado de algumas provas de corrida com seu filho cadeirante.

Nos revezamos em 5 mulheres, das quais eu conhecia uma única (as demais, incluindo a Fer, conheci 10 minutos antes da largada) - cada hora uma empurrava a cadeira do Dandan, com a ajuda das demais, que seguravam uma alça lateral.

Confesso que no quilômetro inicial eu estava tão tensa que tive que me concentrar na minha respiração para não passar mal de tanta tensão.... Eu só pensava em correr de maneira "suave" para que o Dan não sentisse muito o paralelepípedo das ruas do Cambuí. Aos poucos, a cada passo, a tensão foi passando e deu lugar a uma força inexplicável, ao ponto de eu ter que me policiar para não monopolizar a posição de condutora. A emoção de estar entre mulheres tão guerreiras, cada qual com a sua história de vida e de superação, fez com que eu entendesse, em um insight, que não era eu que estava empurrando o Dan, e sim o contrário.

Ontem foi o Dan que me empurrou, junto com aquelas 4 mulheres especiais. Eles, juntos, me empurraram para a minha nova fase de corredora, a fase "inclusão". Esta fase se difere das demais porque, pela primeira vez, corro não pelo MEU bem estar, mas por algo muito maior. Meninas ( Mariana Marangoni, Drica Siqueira, Fernanda Terribile e Alê Resch), conforme disse ontem, contem comigo para as próximas provas! Quem estará empurrando quem é difícil dizer... Mas isso pouco importa. O importante é que correndo forçaremos a sociedade a se questionar uma série de coisas, bem como o Estado, enquanto força de governo.

Correndo e avante!

Mais uma corrida. Mais uma historia. Anota aí: com emoção!

Mais uma corrida. Mais uma historia. Anota aí: com emoção!


Mais uma corrida. Mais uma história.
Anota aí: com emoção!

 

MAKE UP RUN

Os clicks me definem.
Este registro de hoje, do fotógrafo Rogério Capela Ilustra o que uma mãe sente ao correr com o filho cadeirante....
Sinto-me leve a cada corrida. Estou mais á vontade nas pistas e fora delas. Os pés saem do chão, o coração também. Tem horas que respiro fundo e não acredito que já são 12 meses nesta adrenalina viciante.
Numa cidade tida como "fechada " como a nossa, a inclusão pede passagem!
Meu filho deixa marcas por onde passa!



O cabelo esvoaça com o vento, sinto-me livre.
Assim como vc,filho. Seus pés não encostam o chão, sua voz não é ouvida. Mas pode ser S E N T I D A! Sua presença mexe com nossos sentidos mais profundos. Fala na alma. Pulsa um menino puro, que sente a vida, que sente as pessoas em volta dando carinho.

Hoje , enquanto conversávamos e corríamos ( sim, mulheres correm conversando ! A gente perde o fôlego mas não pára de falar!)
perguntei para as meninas que corriam pela primeira vez com a gente : " qual a sensação de estar aqui, correndo com o Dandan ? " E vem as respostas......

A motivação de voltar a ter vontade de correr
de voltar a ter vontades que estavam adormecidas.....
A alegria de bater recordes , de perceber que somos capazes de fazer.....
A possibilidade da convivência entre pessoas com e sem deficiência......
A possibilidade de aprender com uma pessoa limitada fisicamente porém ilimitada emocionalmente.... F O R T E.

Corremos por 6 km em 42 minutos. Revezamos em 5 mulheres! Não nos preocupamos com o relógio. Atletas ou corredores que treinam pesado fazem na metade do nosso tempo. Passam por nós.O Dan engordou ( e a Drica Siqueira emagreceu!) e está pesando 45 quilos, somados aos mais de 10 da cadeira vão-se quase 60 quilos! Pegamos uma subidinha insana no quilômetro 4 para o 5 e suamos heimm! Pedimos água! Nas horas mais puxados todas as mãos são úteis! Força somada! Quando a linha de chegada apareceu á minha frente.... confesso que emocionei. Chorei baixinho. Chorei por dentro. De felicidade. A fraldinha do Dan enxugou as lágrimas.

Saber que meu filho e minha família são instrumentos de bons momentos.
Olhar para trás e lembrar que eu tinha medo de sair com você e que hoje meu cabelo balança suave, ao som do vento.Vivo! Meus pés saem lentamente do chão, numa dança que comparo ao de uma festa.Meu coração está alegre.

Eu só posso dizer obrigada a cada uma de vocês.


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A princesa e o conto- um conto de fadas comtemporâneo

A princesa e o conto- um conto de fadas comtemporâneo
 

A princesa e o Conto

Era uma vez uma princesa linda, linda, linda, mas muito chata e triste.

Ela era a única princesa que não tinha um conto, pelo simples fato dela não ter se casado.

Certo dia, a princesa ouve na sua varanda, uma linda canção.

Ela foi correndo ver o que era, ela abre a cortina e vê um príncipe.

Claro que a princesa ficou curiosa para ver se era o príncipe que faria ela ter um conto nos livros contadores.

De repente, o príncipe, sem menos, nem mais, lhe ofereceu uma rosa e disse: - Olá, princesa! Quer se casar comigo?

Naquele mundo, todos os príncipes tinham que pedir as princesas em casamento daquele jeito.

A princesa foi imediatamente chamar seus pais, o rei Filaberto e a rainha Coronia.

Foi só a princesa contar que queria se casar, que o rei e a rainha começaram a escrever os convites: "Queridos súditos, temos o prazer de convidá-los para o casamento da princesa Vanessa Limborque Dimina Canlada da Silva, com o príncipe que nós não sabemos o nome."

Tarde da noite, a princesa foi falar com a sua mãe e perguntou: - O que eu ganho com um conto? - Você ganha um "felizes para sempre".

- Só?
- Sim, e depois você tem que nunca falar 'não' pra nada, nem que seja para comer escaravelhos.

- Eu vou ter que comer besouros?

- Se o seu príncipe quiser... - Eu terei que fazer tudo o que ele bem entender e quiser que eu faça?

- Vai.

- Então, pode ir rasgando todos os convites. Eu não caso nem à pau!!! De manhã, a princesa disse para o príncipe que ela não queria casar.

Então, o príncipe foi embora.

Depois de 8 anos, a princesa conheceu um cozinheiro e acabou se casando com ele, e como ele não era príncipe, ele não podia mandar na vida dela, nem ela na dele.

Eles tiveram dois lindos filhos e duas lindas filhas.

Aí ela percebeu que não tinha que se casar com um príncipe para ser feliz pra sempre.

Clara Nori Bonon
10 anos

 * Desenho e texto reproduzido exatamente como foi escrito e idealizado pela Autora

http://ordensedesordensnocasamento.blogspot.com.br/

 

 

Pátio Limeira Shopping recebe Exposição de Conscientização do Autismo.

Pátio Limeira Shopping recebe Exposição de Conscientização do Autismo.
Pátio Limeira Shopping recebe exposição de Conscientização do Autismo

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O Pátio Limeira Shopping recebe até 18 de maio uma exposição de quadros pintados por jovens atendidos pelo Centro de Especialização Municipal do Autista (Cema), como comemoração ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado anualmente no dia 02 de abril. Intitulada “Toda genialidade de um universo particular”, a exposição é organizada pela Prefeitura de Limeira e conta com apoio da vereadora Erika Tank (PROS).
O empreendimento possui como um de seus valores apoiar causas sociais, e no início de abril, já em parceria com a campanha mundial de conscientização do autismo, permaneceu toda a semana com as luzes da fachada na cor azul, além de promover ações no site e Facebook. “Essa atitude vai muito além dos deveres de uma empresa, é também nossa responsabilidade. Pessoas que nascem com essa alteração genética sofrem frequentemente com discriminações e preconceito, é muito importante o trabalho que o Cema oferece, conscientizando a população para que isso não ocorra”, conta Nicolas Cancas, gerente geral do Pátio Limeira Shopping.
Para a vereadora, essa é uma forma de se lançar um olhar mais fraterno sobre o transtorno do universo autista. “As imagens demonstram todo o carinho e delicadeza dessas crianças e nossa intenção é trazer também esse carinho aos que acessarem a exposição. É uma forma de integrarmos essa realidade aos que ainda a desconhecem”, afirma.
O Cema atende atualmente 40 pessoas e completará 22 anos este mês. “Quando enxergamos o trabalho diferenciado que o Cema realiza em Limeira, nos sentimos na obrigação de auxiliar o máximo que podemos para que possam continuar com esse importante papel de integração e desmistificação do autismo”, garante a vereadora.
Serviço
Exposição: “Toda genialidade de um universo particular”
Data: Até 18 de maio
Horário: Segunda a sábado 10h às 22h/ Domingos e feriados 12h às 22h
Local: R. Carlos Gomes, 1321 - Centro, Limeira - São Paulo.
Telefone: (19) 3404.2828
Site: www.patiolimeira.com.br
Facebook: www.facebook.com/PatioLimeiraShopping

A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Com 23 anos de experiência e foco em planejamento, comercialização e na gestão de shopping centers, a AD administra hoje um patrimônio de aproximadamente 4,5 bilhões. São mais de 5 mil lojas em 1.7 milhão de m2 área construída e 738.354 m2 de área bruta locável.
Visite :  www.adshopping.com.br

Receita da Gi: lasanha de beringela

Receita da Gi: lasanha de beringela
LASANHA DE BERINJELA

Hoje a receita é suuuper saudável: lasanha de berinjela. Fácil e rápida de ser feita.
Uma opção é substituir a berinjela por abobrinha. Fica a dica!

 

lasanha berinjela

 Ingredientes:

 

  • Berinjela

  • Tomate Italiano maduro

  • Manjericão fresco

  • Cebola

  • Alho

  • Milho em grão

  • Tomate cereja

  • Ricota

  • Parmesão ralado

  • Orégano

  • Sal

  • Nozes


Preparo:

Cortar a berinjela em rodelas ou em tiras e colocar em uma travessa, forrando-a com a mesma.

Colocar os tomates cereja nas rodelas, juntamente com as folinhas de manjericão, o milho, orégano e as nozes.

Molho:

Retirar a casca do tomate italiano e cozinhar até que fique macio. Colocar em um liquidificador, juntamente com a cebola picadinha, o alho e o manjericão e triturar até ficar homogêneo.

Distribuir por cima cima da lasanha.

Cobrir com o parmesão ralado e colocar no forno até gratinar. Servir em seguida!

Fit your mind: Exercício para produzir felicidade.

Fit your mind: Exercício para produzir felicidade.
Fit your mind: Exercício para produzir felicidade
por Fabiana Rossi Menegaldo.

exercise happiness

Este exercício é nomeado 'Três Bênçãos' e foi parte de experimentos científicos feitos no Positive Psychology Center da Universidade da Pensilvânia, pela equipe do Dr. Martin Seligman que é considerado pai da Psicologia Positiva. O experimento tinha por objetivo 'produzir' felicidade e bem-estar em pessoas depressivas e os resultados foram impressionantes.

O próprio Seligman contextualiza o valor desse exercício:

"Pensamos muito sobre o que dá errado e nunca o suficiente sobre o que dá certo em nossas vidas. É claro, às vezes faz sentido analisar maus eventos para que possamos aprender com eles e evitá-los no futuro. No entanto, as pessoas tendem a passar mais tempo pensando sobre o que é ruim na vida do que é útil. O pior é que esse foco em eventos negativos aumentam a ansiedade e a depressão. Uma forma de evitar que isso aconteça, é pensar e saborear aquilo que deu certo."

O Exercício

Escreva uma carta para você mesmo contando sobre sua satisfação com a vida, sua sensação de bem-estar e nível de felicidade atual. Coloque a carta em um envelope e guarde-o.

E a partir de hoje, todas as noites , tire 2 minutos antes de dormir e anote 3 coisas que deram certo no seu dia e porque deram certo. Anote em um caderno ou em seu computador, o importante é que você mantenha um registro físico destas anotações.

Não precisa ser nada muito elaborado, por exemplo: "Meu marido trouxe meu sorvete preferido hoje quando voltava pra casa do trabalho", como também pode ser algo realmente importante como "Nasceu meu sobrinho. Um menino lindo e saudável". Não se esqueça de responder  a pergunta 'por que isso aconteceu?'  Por exemplo, se você escreveu que o seu marido buscou o sorvete, escreva “porque ele as vezes  é realmente atencioso” ou “porque eu lembrei de ligá-lo do trabalho e lembrá-lo para passar no mercado”. Ou se você escreveu, “Nasceu meu sobrinho”, você pode escrever como causa… “Minha irmã fez tudo certo durante a gravidez”.

Simples assim. Pode ser estranho escrever os porquês no início, mas com o decorrer das semanas, o exercício se tornará um hábito.

Faça isso por 6 meses consecutivos.

Passados estes 6 meses, escreva uma nova carta com o mesmo objetivo da primeira. Conte para você mesmo sobre como vê a satisfação que tem pela vida e seu nível de felicidade naquele momento. Compare a primeira carta que escreveu com a segunda e me conte sobre sua experiência!

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Fonte: Flourish: Seligman, Martin. A Visionary New Understanding of Happiness and Well-Being, 2012

 

" Mamãe, por que ele não pode brincar comigo ? "

" Mamãe, por que ele não pode brincar comigo ? "
"Mamãe, por que ele não pode brincar comigo ? "
por Marina Barone Dantas

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Olá, meu nome é Marina , sou mãe do Gabriel de 4 anos.
Sim, meu filho é deficiente, ele tem paralisia cerebral!
Talvez você não se lembre de nós, mas nós nunca esqueceremos seu olhar e nem do seu filho!
Vou ajudá-la a lembrar: Estavamos em um parque brincando com o Gabriel no escorregador e seu filho docemente se aproximou e aguardou o Gabriel escorregar, o que me deixou muito feliz, A doro que as crianças se aproximem!
Peguei o Gabriel do escorregador e falei "Agora é a vez do amigo!" seu filho escorregou e o Gabriel ficou muito feliz em perceber que ele estava la! E assim ficaram por um tempo,
revezando a vez de escorregar! Eu e meu marido nos olhávamos muito felizes em ver o quanto seu filho é especial e sensível!
Até que você o chamou e recomendou que ele fosse a outro brinquedo... Não acreditei no seu olhar e que esta situação estava acontecendo...
Estou até agora tentando entender o que a levou a ter uma atitude como essa... Prefiro acreditar que seja a falta de informação!
Fiquei pensando se eu não tivesse o Gabriel, se eu saberia lidar com essa situação.
Resolvi escrever para ver se consigo ajudar você e outros pais como lidar com meu filho.

1. É importante saber que deficiência não é contagiosa, se seu filho se aproximar do meu te garanto que ambos aprenderão muito com essa relação! Ele só terá a ganhar, meu filho também, pois cada criança é unica e seu filho dará um estímulo único que nenhuma outra criança e nenhuma terapia será capaz de fazer!

2. Você não precisa ter dó, nem ensinar seu filho a ter! Meu filho é uma criança como outra qualquer! Ele tem limitações, mas é muito amado, aceito e feliz! Sim é muito feliz! Não roube
isso do seu filho, não o ensine a ter preconceito!

3. Não fique com excesso de cuidados! Se você repetir muito para a criança ter cuidado, ela vai ter medo e não irá se aproximar mais! Aja da mesma forma que agiria com qualquer outra
criança!

4. Não tem problema se ele fizer perguntas! Nenhuma pergunta feita com naturalidade irá me ofender, ainda mais vinda de uma criança tão doce como seu filho! Estou disposta a informar,
e como todas as pessoas sabemos quando uma pessoa esta mal intencionada, então se você tem alguma duvida, pode me perguntar, ficarei feliz em responder!
Quem sabe se da próxima vez que nos encontrarmos, você estará mais preparada, nossos filhos poderão brincar e quem sabe surja uma nova amizade?

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A família de cada um de nós.

A família de cada um de nós.
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Meu pai fez uma cirurgia e está passando um tempo aqui em casa. Pego-me pensando na família. Na infância. Nesta semana fomos num local em Valinhos que ele costumava nos levar. É uma chácara que vende legumes, verduras e frutas e serve almoço. Caseiro e cheiroso. Éramos crianças e ele ia comprar frutas e nós podíamos tomar suco e comer doce. O dono- o "seo Mauro" - apareceu por lá quando pedíamos alface americana e brócolis. Foi apanhar na hora. Voltou minutos depois, com a mesma disposição de anos atrás, com a verdura fresquinha que sempre produziu. Calças sujas de terra, rosto corado, feliz com a produção que sai em abundância. Ohh  infância que vem à mente e faz lembrar dos meus oito e poucos anos.
Meu pai sempre gostou de supermercado e varejão. De feira! Vai por prazer! Escolhe um abacaxi e um melão como ninguém e se você indicar um local para comprar frutas  é prá lá que ele vai! Não tenho a paciência dele- meu varejão é rápido e automático e nem disposição para percorrer 3 locais em busca do melhorrr produto.
Nossa convivência tem um Q. de saudosismo. Os momentos que a memória resgata são os que passamos com os entes queridos, laços de sangue ou não, porém intensos e amorosos. Comida é amor e daí a vontade de ir ao varejão em Valinhos. Fui em busca do amor de criança. O cheiro de brócolis remete à família reunida. Almoço de domingo. Olfato atrai, perdura, mexe com o emocional.
Corremos tanto e perdemos o gostinho gostoso dos almoços e jantares em família, na mesa, no aconchego do lar. Tem gente que come na mesa do trabalho, tem gente que come assistindo TV, tem gente que come besteira e passa o horário da refeição. Tem dias que a gente engole a comida e nem sente o que está deglutindo.... Tem gente que esquece dos sabores que emanam amor, carinho, infância....que pena!
A família de cada um de nós é a comida que comemos, como comemos, que importância damos para este horário sagrado. A refeição que desce é a que te dá energia para o corre-corre, cumprir compromissos, combustível para solucionar os problemas. Que importância temos dado à ela ?
O sr Kleber, em sua dócil companhia com a gente, ocupando o quinto lugar à mesa, faz-me exercitar a paciência.  Sento e sinto, observo. As refeições tem sido agradáveis ao seu lado, papai.
familia frase