" Mamãe, por que ele não pode brincar comigo ? "

"Mamãe, por que ele não pode brincar comigo ? "
por Marina Barone Dantas

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Olá, meu nome é Marina , sou mãe do Gabriel de 4 anos.
Sim, meu filho é deficiente, ele tem paralisia cerebral!
Talvez você não se lembre de nós, mas nós nunca esqueceremos seu olhar e nem do seu filho!
Vou ajudá-la a lembrar: Estavamos em um parque brincando com o Gabriel no escorregador e seu filho docemente se aproximou e aguardou o Gabriel escorregar, o que me deixou muito feliz, A doro que as crianças se aproximem!
Peguei o Gabriel do escorregador e falei "Agora é a vez do amigo!" seu filho escorregou e o Gabriel ficou muito feliz em perceber que ele estava la! E assim ficaram por um tempo,
revezando a vez de escorregar! Eu e meu marido nos olhávamos muito felizes em ver o quanto seu filho é especial e sensível!
Até que você o chamou e recomendou que ele fosse a outro brinquedo... Não acreditei no seu olhar e que esta situação estava acontecendo...
Estou até agora tentando entender o que a levou a ter uma atitude como essa... Prefiro acreditar que seja a falta de informação!
Fiquei pensando se eu não tivesse o Gabriel, se eu saberia lidar com essa situação.
Resolvi escrever para ver se consigo ajudar você e outros pais como lidar com meu filho.

1. É importante saber que deficiência não é contagiosa, se seu filho se aproximar do meu te garanto que ambos aprenderão muito com essa relação! Ele só terá a ganhar, meu filho também, pois cada criança é unica e seu filho dará um estímulo único que nenhuma outra criança e nenhuma terapia será capaz de fazer!

2. Você não precisa ter dó, nem ensinar seu filho a ter! Meu filho é uma criança como outra qualquer! Ele tem limitações, mas é muito amado, aceito e feliz! Sim é muito feliz! Não roube
isso do seu filho, não o ensine a ter preconceito!

3. Não fique com excesso de cuidados! Se você repetir muito para a criança ter cuidado, ela vai ter medo e não irá se aproximar mais! Aja da mesma forma que agiria com qualquer outra
criança!

4. Não tem problema se ele fizer perguntas! Nenhuma pergunta feita com naturalidade irá me ofender, ainda mais vinda de uma criança tão doce como seu filho! Estou disposta a informar,
e como todas as pessoas sabemos quando uma pessoa esta mal intencionada, então se você tem alguma duvida, pode me perguntar, ficarei feliz em responder!
Quem sabe se da próxima vez que nos encontrarmos, você estará mais preparada, nossos filhos poderão brincar e quem sabe surja uma nova amizade?

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39 comentários

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Fabiola
3 de maio de 2015 03:25 delete

Gostei muito do seu comentario, infelizmente os adultos que colocam preconceito nas crianças. Trabalho com crinças especiais e amo muito o meu trabalho. Aprendemos muito com ele, isso e maravilhoso. Defendo meus meninos e meninas com muita garra. Tenho uma filha de 09 anos e sempre a levo para brincar e interagir com meus alunos, ela ama ficar no meio deles, cuida deles com muito amor, principalmente os que são cadeirantes, ela não tem nenhum preconceito com nenhum deles, abraça, sorrir, brinca. Se eu fizer a vontade dela ela nem quer ir para a escola dela, quer ir comigo para a minha para ficar brincando com meus alunos. Ate na hora da merenda ela senta no meio deles e não importa em merendar com eles. E Lindo Ve-la a paixão e o amor que ela tem por eles, acho que consegui passar tudo isso para ela, sem precisar usar palavras so em ela ver o amor que tenho por eles, ela tem também.

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Arlene
3 de maio de 2015 05:16 delete

Oi Marina
Muito lindo seu texto e testemunho. Concordo com tudo. Beijos

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Amanda
3 de maio de 2015 05:19 delete

Adorei as informações. Tem muita gente que por falta de informação, acha melhor se afastar por medo. Talvez acha que o filho pode ser agredido ou preconceito mesmo. Tenho certeza que lendo este post muitas pessoas terão atitudes diferentes. Parabéns Marina por esta atitude de nos informar. Obrigada!!!

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Silvia baroni
3 de maio de 2015 05:35 delete

Parabéns Marina, pela atitude e delicadeza das palavras. Temos uma certa parcela de culpa na sociedade, pois até pouco tempo nossas crianças ficavam restritas a 4 paredes de seu lar, privadas de qualquer outro estímulo dã família, sociedade ou natureza. Cabe a nós reeducarmos a sociedade. Quem sabe esse não foi apenas um pequeno passo de uma grande campanha??? Conte comigo.
Avó do Dimitri. bjs

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3 de maio de 2015 05:58 delete

Bom dia,
sou mãe de uma linda menina que se chama Maria Rita.
Maria Rita é portadora da Sd. Dandy Walker e Sd. de West, com lesões severas.
Por mais de uma vez, aconteceu isso. As crianças se aproximam e enxergam a diferença de uma maneira simples e totalmente natural. Porém, nós os adultos, cheios de medos e melindres, "medimos" o outro com "nossa régua".
Nossa régua do preconceito e, mais, com nosso medo do outro se sentir desconfortável.
Quero acreditar que seja por achar que vão nos ofender e nos lembrar de nossa realidade.
Mas, como esquecer a deficiência que vive conosco todos os segundos do tempo.
Penso que as pessoas não conseguem entender que somos felizes apesar e devido à deficiência de nossos filhos!
Sou imensamente feliz por ter Maria Rita em minha vida! Não tem importância alguma, para mim e para minha família (tenho outros 7 filhos) que ela não ande, não fale ou não se alimente por via oral (ela é gastrostomizada).
Para nós, o importante é que ela esteja ao nosso lado nos amando e nos ensinando a amar.
Bj

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Antonio Carlos Pereira de barros
3 de maio de 2015 06:30 delete

Infelizmente falta muita informação para outras pessoas que nao tem conhecimente. meu filho Gustavo tbm tem paralisia cerebral e e uma criança muito amada e somos felizes ele tem 3 anos

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Karla Marx Ramalho Santos
3 de maio de 2015 06:46 delete

ADOREI ESSA MÃE FALOU TU PARABENS.

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Ana Paula
3 de maio de 2015 07:07 delete

Amei.No começo os olhares de pena e preconccetuosos eram o que mais me machucavam.
Lindo o texto.

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Estér
3 de maio de 2015 07:24 delete

Tive o prazer e privilégio de conhecer a Marina quando ela estava grávida da Maria Rita e depois dela nascer.
Meu neto e o Gabriel frequentam a Clinica Ludens.
Muito bom artigo Marina.
Só tenha um pouquinho de paciência. Muito de nós não imaginávamos como é esse mundo das crianças especiais, especiais de muitas e várias maneiras. Um mundo lindo, único, mas como tudo na vida deles, de difícil acesso.
Eu creio em um mundo e em um dia onde inclusão será uma palavra inócua, pois saberemos certinho como agir.
Beijos nos pequenos lindos.

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Rosa Dario
3 de maio de 2015 09:18 delete

Oi tbm.tenho um filho especial Vinícius com sindrowe daw ele.hoje tem 21 anos.... é nosso.anjo e tenhomuiro orgulho dele e agradeco todos dias por Deus ter me confiado esse ser tão perfeito.... amor incondicional....

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Cláudia Fernandes
3 de maio de 2015 09:34 delete

Lindas palavras!

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silvana
3 de maio de 2015 10:08 delete

Marina você com certeza está dando voz a tantas outras mães que vivenciam situações semelhantes. Tenho um filho com síndrome e é muito difícil entender porque alguns adultos são tão preconceituosos.

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Elizabeth Regina
3 de maio de 2015 10:41 delete

Marina aprendi que ter filhos com algumas limitações nos ensina a ser pessoas melhores, hoje vejo que especial e a mãe e o pai que cuida de uma criança com limitações. Que Deus possa dar sabedoria a essas mães sem informação e preconceituosas que não conseguem enxergar o quanto esses pequenos são amorosos e especiais em nossas vidas. Gostaria que soubesse que seria uma grande honra para o meu Gabriel brincar com o seu Gabriel bjos

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Sandra prado
3 de maio de 2015 10:44 delete

Nos, que temos filhos autistas passamos pelo mesmo, mas como eles não tem fisicamente uma característica pra indentificarem, eles sofrem a descriminação ao contrário todos os julgam mal educados, birrentos sem modos, sem limites, é bem complicado tbm.

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3 de maio de 2015 11:11 delete

Olá, Marina! Perfeito o seu texto. Você tem a sensibilidade de um anjo e a sabedoria necessária para receber um presente de Deus, seu Gabriel! Deus sabia que podia contar com você! Me entristece ver pessoas que agem assim como vc descreveu... com preconceito ignorante e que automaticamente passam isso para os filhos. Tenho uma filha de 13 anos que não tem nenhum problema de saúde, mas que sempre foi amiga das crianças especiais ( note-se que a escola em que ela estuda aqui em Juiz de Fora-MG, é a única escola particular na cidade que aceita crianças com deficiência - olha que triste realidade ) que passaram pela sala dela. Fez amizade, fez trabalhos juntas, ajudou nas tarefas e não faltou a nenhuma festa de aniversário delas! E isso para ela é tão natural porque cresceu assim, convivendo sem restrições. Tive cuidado em educá-la assim principalmente porque fui criada por minha avó materna, até os 17 anos de idade, que era extremamente preconceituosa em todos os aspectos. Isso me horrorizava! Jurei que jamais permitiria que meus filhos agissem dessa forma seja com negros, seja com aleijados, deficientes, etc... porque minha mãe era cega e sofreu muito descaso. Deus abençoe seu lar! Deus abençoe seu lindo menino Gabriel. Que ele cresça feliz sempre! Deus te abençoe! bjs!

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Gabriela
3 de maio de 2015 11:44 delete

Boa tarde! Gostei muito das suas palavras. Realmente o preconceito existe e muito...principal por pessoas não esclarecidas. Sou formada em fisioterapia porém não exerço a profissão. Tenho uma filha de 4 anos e um menino de 1 ano, e mesmo tendo convivido com crianças com deficiência (*eu prefito chama-las de especiais) fico envergonhada com as perguntas que ela fazem situações semelhantes. Gostei das suas palavras pq nada melhor q ouvir tudo isso de uma mãe. Agnte fica se preocupando de como agir e esquece a inocência deles. . Que Deus abençoe muito vcs!

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sisabel
3 de maio de 2015 12:16 delete

Se todos fossem informados isto nao aconteceria com tanta frequencia!!!
Muito bonito que vc fez , passou informação sem se revoltar !parabéns !!!!!

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Joyce Oliveira
3 de maio de 2015 12:59 delete

Que texto lindo, eu também tenho um filho com paralisia cerebral, o nome dele é Matheus e tem 09 aninhos.

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Hileny
3 de maio de 2015 15:27 delete

Acabei de ler seu depoimento , meus olhos estão repletos de lágrimas , sempre percebo que a total falta de informação faz com que o adulto coloque enormes barreiras onde só havia a pureza e a inocência de uma criança que vê o essencial . Eu já passei por isso com o meu filho e só tenho a lamentar quando uma pessoa impede uma criança de vivenciar as possibilidades que há no convívio com as diferenças . Muito legal sua iniciativa . Parabéns!

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Luciani da Rosa Wawginiaks
3 de maio de 2015 15:29 delete

Olá, é muito difícil mesmo e dolorido.
Tenho um menino de 17 anos, também com paralisia cerebral, é uma luta diária.
Neste momento, Jordano, que é nome dele, está internado à quase 2 meses. Viemos fazer uma gastrostomia, pois teve dificuldades na alimentação, e vimos a necessidade de realizar tal procedimento.
Como houve muitas complicações, infecção, enfim, tivemos que realizar uma traqueostomia, pois não conseguiu se manter fora do respirador.
Mas onde quero chegar, com tudo isso, é que, percebo, que muitas pessoas tem dificuldade de lidar com deficiências como a de meu filho. Os próprios profissionais de saúde, ficam perdidos, sem saber oque fazer....Não sabem onde encaixa-los, são crianças? são adultos? É caso de pediatra? Ou não?
Ele tem 17 anos, sim, mas sua estrutura não é.
Muitas vezes, não querem nem se envolver, nem saber, "passam a bola". Indiretamente percebe até que pensam, mas não falam, ou falam em outras palavras: " Ele não vai longe", " a expectativa de vida deles e baixa".
Esquecem que estamos ali, sedentos por uma palavra de ânimo, de conforto, de esperança. Acreditamos em nossos filhos, muito além de qualquer expectativa.
Nossa expectativa é, ser feliz ao lado deles, poder oferecer uma qualidade de vida pra eles, proporcionar momentos de alegria e felicidade juntos, sem pensar em morte. Isso, se Deus quiser, vai acontecer, no seu tempo, como é o ciclo natural da vida.
Eu acredito no meu filho, mas do que nunca, mais do que expectativas. Eu acredito no milagre da vida, que Deus nos dá, a cada dia!!!

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edna de lourdes Bortoleti Costa
3 de maio de 2015 15:46 delete

Vcs são abençoados, os que ignoram são carentes de Deus, parabéns

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Henriette da Cunha
3 de maio de 2015 15:57 delete

Linda mensagem e lida familia.
Tb ja passei por isso.
Tenho um filho com Down Syndrome ele se chama Nicholas esta agora c 9 anos .
Acredito tb que e uma troca de encino p ambas as partes e como as criancas sao puras tudo flui bjs

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Disete Devera
3 de maio de 2015 16:51 delete

Belo, Investimento ético-político na vida! Parabéns Mariana!!

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RAQUEL FALQUETTI
3 de maio de 2015 16:58 delete

QUE LINDO!
PARABÉNS PELA ATITUDE. VOCÊS SÃO PAIS ESCOLHIDAS POR DEUS.
QUE GATO SEU FILHO!

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Rafaele Calassara
3 de maio de 2015 17:28 delete

Excelente e emocionante texto!
Criança não tem preconceitos. Isso é o adukto que faz. E como aquele menino perdeu uma boa oportunidade de interagir com uma criança tao especial como o Gabriel

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maria marly ferreira do amaral antunes
3 de maio de 2015 17:35 delete

Parabéns pela sua atitude pq o preconceito não vem das crianças e sim dos adultos.
no mundo que nós estamos ainda ate hoje existe pessoas que tem o olhar maldoso quando depara com pessoas especial eu sou mãe de dois anjos que Deus me confiou e sou uma mãe muito feliz. tbém passo por cada coisa que somente Deus para ter compaixão desses infeliz .

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Rosana
3 de maio de 2015 20:10 delete

Realmente,as crianças nascem puras de coração,sem preconceito algum...os adultos é que vão lá e plantam essas sementes de preconceito e discriminação...tenho dois filhos,uma de dez e um de três anos,e sempre passei pra eles que todas as pessoas são diferentes umas das outras e que alguns tem algumas limitações a mais,mas isso não faz dele piores e nem melhores,são apenas pessoas que merecem respeito e atençaõ.

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Cris
3 de maio de 2015 20:57 delete

Obrigada Marina por tanta generosidade :))

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valeria macedo
3 de maio de 2015 21:14 delete

Marina, adorei e não esperaria menos de você. Espero que essa pessoa tenha a oportunidade de refletir e mudar sua atitude. Bjs

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4 de maio de 2015 00:31 delete

Tenho uma filha de 14 anos a Larissa ela tem pc, só tem ensinado para nós o q é realmente o amor, amo ela do jeitinho q ela é, só temos progresso com o desenvolvimento dela , na ecola ela é tao amada q tem amiguinhos q até brigam para ver quem vai ajudar a Lari a fazer algo qdo precisa é lndo ver os gestos de carinho q tdos tem por ela e ela a cada dia q passa só tem a ensinar. Um gde abç

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4 de maio de 2015 11:02 delete

Prezada Marina.

Eu sou fruto da educação recebida por duas pessoas 'deficientes'.
Perdi meu pai com três e minha mãe com seis. Meus irmãos ( uma com paraplegia e outro com síndrome de duchar-me). Ambos me assumiram, me criaram, educaram e, por fim, ainda cuidaram do meu filho qdo me separei.
Hoje, sou psicóloga/professora universitária/consultora em grandes organizacionais.
Querida Marina, meus irmãos eram especiais. Você é especial por ser a mãe do Gabriel. Se faça feliz!!!!

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TATIANA
4 de maio de 2015 11:21 delete

Querida "Companheira"! Admiro sua serenidade ao tratar com classe de tal preconceito. Ficamos sem reação durante de uma atitude covarde como essa vivida por vc. As vezes a vontade eh brigar, gritar, dizer umas "verdades", mas somos pegas de surpresa e calamos. Impressionante, q nos dias atuais, em q tanto s fala de "inclusão", qq deficiência está na mídia, nas novelas, mostrando q "o normal eh ser diferente", ainda nos deparamos com pessoas pequenas de espírito. S paráramos para pensar nas probabilidades das inúmeras síndromes e outros problemas catalogados, atualmente o diferente eh sim nascer completamente normal e "perfeito". Meu filho tem 2 mas formações congênitas raras, traqueostomizado, com gastrostomia, sem controle d troco, e enfrentei esse preconceito dentro de casa. Os únicos dois priminhos eram retirados da sala qdo chegava com ele e não ficavam pretos, a não ser para a foto. Menos mal q moramos em outro estado e, apesar de Henrique já ter 5anos, nos vimos uma única vez até hj ...
Bom querida, meu abraço e continuemos fortes e convictas nos nossos objetivos sem nos abalar com a mesquinharia do mundo a nossa volta, pq esses anjinhos precisam se sentir amados e protegidos por nos! Bjs

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Fabiana
4 de maio de 2015 14:56 delete

Adorei, sou mãe de um garoto de 4 anos, autista, e sei bem o que é passar por isto. As crianças enxergam um amiguinho, com alguma diferença que eles não conseguem identificar muito bem, mas um amiguinho, mas muitas vezes seus pais por preconceito e desinformação os retiram do contato das nossas "crianças especiais". Mas é colocando nossos filhos nos parques, nas escolas, nos Shoppings e mostrando que também são capazes de brincar e realizar alguma troca com as outras crianças (ainda que seja a troca de sorrisos ou gentilezas), só assim, que conseguiremos diminuir o preconceito e traz mais informação.
Abraços

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patricia
4 de maio de 2015 15:39 delete

Linda sua história , temos mesmo que divulgar essas coisas lindas que temos nas nossas vidas.

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Thiani Sousa
4 de maio de 2015 20:05 delete

ola! Tenho um filho chamado pedro henrique tb de 4 anos q tem paralisia cerebral, meu filho não anda não fala sinto tb esses olhares q de certa forma me incomodam, teve um dia estava no shopping e uma mulher ficou olhando muito meu filho, virei e disse né q meu filho é lindo?! Ela ficou toda sem jeito porém sorriu amarelo e disse é muito lindo e é isso fora preconceito

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Maria Regina Tezotto Scomparim
5 de maio de 2015 07:37 delete

Marina, muito lindo a sua colocação...

Tive um tio que hoje já esta ao lado de Deus, graças a deus ao nosso redor só tinha gente que dava carinho pra ele...

Muita falta de informação...

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5 de maio de 2015 16:06 delete

ola marina me xamo marylda ;;tmbm tenho um filho de 18 anos com paralisia cerebral no começo foi dificil eu aceitar ja sofremos muitos preconceito dentra da propria famil ia do meu marido mas com a vida fomos aprendendo ke ser pais de filho ou filha especiais ´não é pra qualquer pessoa ;;;nós somos escolhidos por deus pra sermos pais dessas riquesas pois és uma dádiva de deus ;;; tenho mais dois filhos 11 e 10 anos eles tambm nos ajudam muito com ele e amam o irmao kerido ke tens;;; hj somos muito felizes;;;parabens pela familia linda ke vcs tens;;;bjosss no <3

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6 de maio de 2015 17:57 delete

MARINA PARABÉNS POR SEU DEPOIMENTO, SEM RANCOR E CHEIO DE AMOR. AMOR Q ESCLARECE E ACOLHE. TODOS SOMOS SERES ÚNICOS E MERECEDORES DE RESPEITO. A IGNORÂNCIA É O MOTOR DO PRECONCEITO. N DIGO IGNORÂNCIA PEJORATIVAMENTE. DIGO COMO DESCONHECIMENTO DO Q É UMA CRIANÇA, ADOLESCENTE OU ADULTO ESPECIAL. INFORMEM-SE E VERÃO O RICO UNIVERSO Q MUITAS VEZES O PRECONCEITO NOS IMPEDE DE DESFRUTAR. BJS A VC MÃE QUERIDA AO AMADO GABRIEL E AO PAPAI DESTE ANJO.

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3 de maio de 2016 12:14 delete

Boa tarde. Sou terapeuta ocupacional sou defensora assídua que toda criança precisa brincar para descobrir o mundo e o meio que está inserida.

Defendo essa prática nos meus atendimentos e sempre procuro orientar os pais a transformar as atividades em algo que seja lúdico para os pequenos. Independente onde estiverem. Usem e explorem o ambiente de uma maneira que a criança vá interagindo com o local. E o sorriso será o resultado de que está no caminho certo.

Deixo aqui uma citação de uma das autoras que muito vem me inspirando a defender o brincar desses pequenos, que garantem a alegria dos meus atendimentos e dos meus dias como terapeuta ocupacional:

...."A capacidade de agir assim concebida permite desenvolver na criança a capacidade de adaptação a diversas situações e ajudar a a mais bem compor com a realidade cotidiana .Se conseguirmos fazer a criança experimentar o prazer que oferece o brincar , apesar de suas dificuldades, esse prazer, combinado com uma crescente capacidade de agir, a fará desenvolver sua autonomia e experimentar um sentimento de bem estar. O fato de o brincar favorecer o desenvolvimento da capacidade e do prazer de agir na criança, favorece o desenvolvimento de sua autonomia e contribui para um sentimento de bem - estar." (Pág 67.O Modelo Lúdico.O brincar e a criança com deficiência física e a Terapia Ocupacional.Francine Ferland)

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