Ela sonha. Eu sonho. Nós sonhamos.

Ela sonha. Eu sonho. Nós sonhamos.



Ela sonha 
Eu sonho 
Nós sonhamos .

 

lia marco

" Um sonho que se sonha só é
um sonho que se sonha só
Um sonho que se sonha junto é
Realidade."



A frase de início deste post é prá falar que minha primeira amiga " especial" - Marina Barone Dantas que começou virtualmente sempre teve um desejo muito forte. Guardado no peito.
Um balanço. Um gira gira. Um parquinho para o Gabi e seus amigos. Adaptado.

Gabriel tem paralisia cerebral, assim como o Dan e várias crianças que vocês vêem na foto. Nossas historias se cruzam. Mães leoas.

Hoje saímos de casa perplexas- como todos os brasileiros. O dia começou na cor preta e terminou iluminado, colorido, livre. Surpresa!
A Marina recebeu o telefonema da produção do programa " A voz da população " do Paulo Mansur  ( SBT ) Um chamado que pode mudar a vida do Gabi, dos seus amigos e de muitas crianças Brasil afora.
Eles vão tentar realizar o sonho.

O Projeto Lia tem por objetivo instalar brinquedos adaptados em TODOS os parques públicos
Precisamos de verba e vontade da iniciativa privada . Empresários que entendam a importância de incluir .

É direito do nosso filho! Até mesmo para o Dan que tem 16 anos balançar é prazeroso. Movimento e sociabilização que encantam!

Hoje eles não usaram o balanço . Não ainda. Não tinha. Não tem em nenhum parque público de Campinas.
Um dia vai ter. Paulo Mansur e Marina Barone Dantas, eu creio,  assim como vocês!

Estamos juntos !

 

 





" Mamãe, por que eu sou cadeirante ? "

" Mamãe, por que eu sou cadeirante ? "
 

lucass

Estava conectada em meu mundo virtual quando um texto me chama a atenção. Um diálogo de uma amiga querida com o filho , que é  fofo e carismáticol demais! Alessandra e Lucas. Leio, leio de novo e resolvo dividir com vocês.
Histórias de mães, mulheres, que nos inspiram. Filhos que nos ensinam mais do que imaginamos. Alê e Lucas, a sintonia de vocês é admirável.

 

 

" Hora de dormir. Lucas de dentes escovados, sonda passada, ja de pijaminha.

Rezamos juntos, como em todas as noites.

De repente, a perguntinha:

- Mamãe, por que o Papai do Céu me fez nascer cadeirante?

Sabia que esse tipo de conversa surgiria mais cedo ou mais tarde e que a tendência é que seja com cada vez mais frequência.
Então respondi, com o coração na mão, mas com toda sinceridade do mundo :

- Eu não sei, filho, mas acho que para você mostrar as pessoas que dá pra ser muito feliz, apesar das dificuldades.

E então meu pequeno grande homem, do alto de seus 7 anos de sabedoria, mais uma vez me surpreende:

- Mamãe, eu sou muito feliz. Porque tenho uma família maravilhosa!

Me da um beijo, vira de lado em sua caminha e dorme tranquilamente, me deixando com a sensação de que, apesar de errar muito, alguma coisa devo estar fazendo certa.

Obrigada meu Deus! "